segunda-feira, 2 de abril de 2012

Mostra nos EUA traz a natureza que emite luz

Criaturas luminescentes e biofluorescentes são tema de exibição em Nova York


Uma exibição do Museu de História Natural de Nova York traz criaturas luminescentes da natureza, ou espécies que emanam luz própria.
Cogumelos, vagalumes e plânctons são algumas das criaturas retratadas na mostra.
Foram recriados ecossistemas de algumas partes de mundo como corais do Caribe e cavernas da Oceania.
Uma exibição do Museu de História Natural de Nova York traz criaturas luminescentes da natureza, ou espécies que emanam luz própria. Aqui um cogumelo, em escala 40 vezes maior.  (Foto: AMNH D. Finnin )Uma exibição do Museu de História Natural de Nova York traz criaturas luminescentes da natureza, ou espécies que emanam luz própria. Aqui um cogumelo, em escala 40 vezes maior. (Foto: AMNH D. Finnin )
Estes fungos crescem em madeiras em decomposição dos bosques e florestas da América do Norte.  (Foto: AMNH J.Sparks )Estes fungos crescem em madeiras em decomposição dos bosques e florestas da América do Norte. (Foto: AMNH J.Sparks )
Este vagalume foi construído em escala 65 vezes maior que seu tamanho na natureza. O phausis reticulata, encontrado nos EUA, é conhecido no país como “fantasma azul”. Sua luz oscila enquanto voa, a até 60cm do solo procurando por fêmeas, que não voam. (Foto: AMNH D. Finnin )Este vagalume foi construído em escala 65 vezes maior que seu tamanho na natureza. O phausis reticulata, encontrado nos EUA, é conhecido no país como “fantasma azul”. Sua luz oscila enquanto voa, a até 60cm do solo procurando por fêmeas, que não voam. (Foto: AMNH D. Finnin )
Essa parte da mostra traz uma noite iluminada por vagalumes, cada espécie emitindo seus sinais de luz específicos. (Foto: AMNH D. Finnin )Essa parte da mostra traz uma noite iluminada por vagalumes, cada espécie emitindo seus sinais de luz específicos. (Foto: AMNH D. Finnin )
O fotógrafo Tsuneaki Hiramatsu utilizou tempos maiores de exposição para produzir imagens artísticas dos sinais emitidos por vagalumes. A foto foi feita em Okayama, Japão. (Foto: Tsuneaki Hiramatsu )O fotógrafo Tsuneaki Hiramatsu utilizou tempos maiores de exposição para produzir imagens artísticas dos sinais emitidos por vagalumes. A foto foi feita em Okayama, Japão. (Foto: Tsuneaki Hiramatsu )
Aqui foi recriado um fenômeno encontrado nas cavernas Waitomo, na Nova Zelândia. Ao olhar para cima, o visitante vê o que parecem ser “linhas de pesca” pegajosas desprendidas de larvas bioluminescentes de mosquitos para atrair presas.  (Foto: AMNH D. Finnin )Aqui foi recriado um fenômeno encontrado nas cavernas Waitomo, na Nova Zelândia. Ao olhar para cima, o visitante vê o que parecem ser “linhas de pesca” pegajosas desprendidas de larvas bioluminescentes de mosquitos para atrair presas. (Foto: AMNH D. Finnin )
A mostra traz um ambiente interativo que recria a baía de Porto Mosquito em Porto Rico onde a grande concentração de dinoflagelados microscópicos cria um halo que brilha ao redor de qualquer coisa que se mova pela água. (Foto: AMNH D. Finnin )A mostra traz um ambiente interativo que recria a baía de Porto Mosquito em Porto Rico onde a grande concentração de dinoflagelados microscópicos cria um halo que brilha ao redor de qualquer coisa que se mova pela água. (Foto: AMNH D. Finnin )
O brilho intermitente é produzido por milhares de organismos unicelulares chamados de dinoflagelados. Esta espécie, Pyrocystis fusiformis, mede cerca de um milímetro, o bastante para ser vista sem microscópio. Pequenas partículas em cada célula contêm quí (Foto: AMNH D. Finnin)O brilho intermitente é produzido por milhares de organismos unicelulares chamados de dinoflagelados. Esta espécie, Pyrocystis fusiformis, mede cerca de um milímetro, o bastante para ser vista sem microscópio. Pequenas partículas em cada célula contêm quí (Foto: AMNH D. Finnin)
Esta imagem interativa recria um coral da costa das Ilhas Caimã, habitat de muitas espécies bioluminescentes e biofluorescentes.  (Foto: AMNH D. Finnin )Esta imagem interativa recria um coral da costa das Ilhas Caimã, habitat de muitas espécies bioluminescentes e biofluorescentes. (Foto: AMNH D. Finnin )
Na exibição, é possível ver um plano fechado do espectro de iluminação que acontece na região de Bloody Bay, nas Ilhas Caimã.  (Foto: AMNH D. Finnin )Na exibição, é possível ver um plano fechado do espectro de iluminação que acontece na região de Bloody Bay, nas Ilhas Caimã. (Foto: AMNH D. Finnin )
Quando esta medusa é tocada, as manchas em suas bordas se iluminam como um colar de esmeraldas. Seu brilho é bioluminescente e fluorescente. Dentro de seus pequenos órgãos, uma reação química cria luz e uma molécula converte a luz azul em verde. (Foto: AMNH D. Finnin )Quando esta medusa é tocada, as manchas em suas bordas se iluminam como um colar de esmeraldas. Seu brilho é bioluminescente e fluorescente. Dentro de seus pequenos órgãos, uma reação química cria luz e uma molécula converte a luz azul em verde. (Foto: AMNH D. Finnin )
Visitantes podem aprender mais por meio de iPads que oferecem animações, fotografias e material sobre bioluminescência e fenômenos relacionados. (Foto: AMNH D. Finnin )Visitantes podem aprender mais por meio de iPads que oferecem animações, fotografias e material sobre bioluminescência e fenômenos relacionados. (Foto: AMNH D. Finnin )

Fonte: Site Rede Globo- Noticias, G1- Ciência & Saúde

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